Gravidez Ectópica: Sintomas, Causas e Tratamentos

Também conhecida como gravidez extra-uterina, é quando está localizada fora do útero, em uma das trompas de Falópio

Oi, aqui é a Lorena! E preparei esse artigo para explicar sobre a gravidez ectópica, também conhecida como tubária, ela acontece em 1% das gestações, embora pareça baixo, é alarmante e deve ser diagnosticado logo nos primeiros sintomas para preservar a saúde da mulher.

A gravidez ectópica é uma complicação da gravidez em que o embrião se forma fora do útero. Os sinais e sintomas clássicos incluem dor abdominal e hemorragia vaginal, embora apenas menos da metade das mulheres é que apresentem ambos os sintomas.

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Ocorre quando o óvulo foi fertilizado por um espermatozoide, mas ao invés de seguir o caminho até o útero, fica preso na trompa. Devido ao tamanho pequeno deste órgão, não é possível que um bebê possa crescer e se desenvolver ali, sendo sempre necessária a interrupção da gravidez.

Se o embrião segue crescendo, produz uma ruptura na trompa causando hemorragias, que põe a saúde da mãe em grande risco.

No entanto, em muitos casos não existe a suspeita de gravidez, pois os sintomas aparecem quando já há uma fissura. Isto provoca leves sangramentos de consistência mais líquida e cor mais escura que a da menstruação, dores de um lado do seu abdômen e, se não for tratado, pode causar dores nos ombros, enjoos, baixa pressão arterial, tonturas e vômitos.

Por meio dos testes para comprovar a gravidez, como a ultrassonografia ou a laparoscopia, é possível observar quando o embrião está localizado no útero ou não.

 

Muitas vezes é detectado desta forma, antes que o embrião cresça o suficiente para danificar a trompa e pode ser tratado com medicamentos, operação a laser ou cauterização, sem prejudicar a trompa e manter a mesma fertilidade que antes.

Sempre se tenta preservar a fertilidade da mulher o máximo possível. No entanto, há ocasiões em que é necessário extrair a trompa onde o embrião está localizado, pois já foi muito danificada.

Isto reduz a fertilidade, mas não significa que outra concepção não possa ocorrer, já que a outra trompa ainda estará lá.

Nestes casos, é urgente um controle médico para confirmar a gravidez ectópica e, geralmente, realizar uma intervenção cirúrgica para interromper a gestação.

A gravidez ectópica não afeta suas futuras gestações, já que são muito baixas as porcentagens de ocorrências nas próximas gestações.

Sintomas

Por vezes a gravidez ectópica pode não ser notada, e os primeiros sintomas podem incluir:

  • Atraso menstrual;
  • Sangramento vaginal;
  • Dor pélvica.

Ocorrendo a ruptura da gravidez ectópica, há hemorragia dentro da cavidade abdominal, com ocorrência de dor abdominal de intensidades variáveis, além de tonturas, dor no pescoço, ombro e desmaio.

Causas

As causas mais comuns são todos os fatores que impedem a passagem do óvulo para a cavidade uterina como:

  • Dispositivo intra-uterino (DIU);
  • Doença inflamatória pélvica;
  • Tabagismo e/ou alcoolismo;
  • Tratamento para infertilidade;
  • Doenças sexualmente transmissíveis;
  • Exposição prévia a dietil-estil-bestrol (DEB);
  • Cirurgia tubária ou intra-uterino;
  • Laqueadura.

Tratamento

No início da gravidez existe a possibilidade de usar medicamentos como metotrexato para que o embrião seja re-absorvido pela mãe ou expelido na menstruação. Complicações como hemorragia interna precisam ser tratadas com cirurgia de emergência e são risco para a vida da mãe.

O tratamento cirúrgico em casos leves, pode ser convencional, envolvendo a retirada apenas da gravidez ou pode ser mais radical e retirar todo o tubo afetado, reduzindo os riscos de outra gravidez ectópica, mas também reduzindo as chances de uma nova gravidez.

Geralmente é realizado por laparoscopia com laparotomia.

Em raríssimos casos, antes do primeiro mês de gravidez, pode ser possível transplantar com sucesso o embrião ao útero, mas é raro descobrir uma gravidez antes do primeiro mês.

Porém apenas dois casos foram bem sucedidos e frequentemente envolvem maiores riscos para a vida da mãe.

Prevenção da gravidez ectópica

Está diretamente ligada ao tratamento das doenças sexualmente transmissíveis, o uso de camisinha e planejar a gravidez para entre os 20 e 40 anos.

Caso já esteja grávida é importante fazer um exame para verificar as condições do feto logo nos primeiros meses.

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