Crise dos 7 anos. Será que ela existe?

O que fazer para ir em frente? Como superar a crise e ser feliz?

Oi, aqui é a Lorena! E preparei esse artigo para saber se você acredita que o amor tem prazo para terminar? A crise dos 7 anos faz parte do relacionamento, mas pode ser evitada!

Todo casal normal tem brigas, problemas, diferenças e momentos difíceis. Mas quando se usa a palavra “crise”, o clima parece ficar mais pesado e muitas pessoas acham que se trata de uma sentença para a relação, por mais sólida que ela seja.

Crises estão ligadas a fatores psicológicos e comportamentais e as mais comuns são por volta dos sete anos. Além disso, andam muito juntas com as questões que cercam o núcleo familiar, por isso, são mais comuns entre os casais que têm filhos.

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De acordo com especialistas, alguns ciclos marcam a vida dos casais. A mais famosa é a crise dos sete anos, uma marca tão conhecida que já se tornou temida.

Mas não são só nos 7 anos que as coisas começam a ficar complicadas: tem também a crise dos 14, 21 e até mesmo a de 1 ano.

A boa notícia é que estes ‘fenômenos’ podem ser explicados pelas próprias mudanças que a vida impõe. E conhecendo as causas, fica mais fácil traçar estratégias para prevenir ou saber reverter quando o caos se instaurar na vida a dois.

Isso porque o crescimento dos filhos ajuda a marcar ciclos, que exigem do pai e da mãe respostas diferentes ao longo do tempo. O casal é de um jeito até ter filhos, depois, passa a ser outro.

No entanto, isso não quer dizer que os casais sem filhos não podem ter crises. Eles também podem ter problemas, mas são de natureza diferente, geralmente mais ligados à individualidade e à solidão.

O período de 7 anos é mesmo um marco na vida de um casal

Afinal de contas, os dois já viveram muitas coisas juntas. Após 7 anos de convivência, um conhece bem as manias, os humores e as peculiaridades do outro, ou seja, não existem mais as surpresas dos primeiros anos e a rotina já se estabeleceu.

Isso mesmo: o peso da rotina já se manifestou. Também houve tempo suficiente para enfrentar dificuldades financeiras, doenças, estabilizar as contas, ter filhos, adotar um bicho de estimação, organizar os problemas individuais e diminuir as inseguranças típicas de casais menos experientes.

Tudo contribuiu para criar um clima de companheirismo e confiança, mas também para esfriar o romance, a sedução e o sexo. Há o risco de se darem conta de que olham-se como um casal e de fato são, mas pouco têm se olhado como seres individuais.

Como acontece?

Não existe uma regra exata que diga quando isso vai acontecer. Depois de alguns anos de relação, ambos tiram as máscaras que traziam e começam a fazer a si mesmos perguntas como “por que me casei com ele? Ele tem tantos defeitos…”.

O que antes você considerava estimulante agora você acha aborrecido.

Esse também pode ser o período em que a relação seguiu seu curso e alcançou os objetivos iniciais fixados juntos. Talvez o casal já tenha tido filhos, eles já estejam indo para a escola e os pais se sintam mais livres.

A expectativa de que o melhor ainda está por vir se acaba. Os dois sentem que o projeto foi concluído e não há nada mais a fazer juntos.

Não podemos deixar de considerar que, como existe uma crença sobre essa fase, muitos casais acabam enraizando essa informação, fazendo com que uma briga se transforme em uma crise.

O problema é que quando ela surge há casais que podem encará-la como algo comum e não fazerem nada a respeito, correndo o risco de piorar a situação. E, sim, a maioria dos relacionamentos passa por crises, independentemente do tempo de relação.

Antes dela, o casal já enfrentou outras crises

A primeira fase de crise é o chamado “estágio da percepção” e geralmente acontece entre 6 meses e 1 ano após o casamento. O charme da paixão desaparece e a pessoa começa a ver a outra como ela realmente é.

É uma fase crucial e de adaptação: por mais que os dois se conheçam, morar junto implica na alteração dessa dinâmica por causa de fatores como divisão de tarefas, contas a pagar, hábitos diferentes etc.

A visão de mundo encantado vai cedendo lugar à realidade que não tem nada a ver com conto de fadas, mas que também pode ser muito boa. Daí a necessidade de ajustes.

A segunda fase é a da “zona de conforto”. Ela ocorre entre 3 e 4 anos de casamento. O casal prefere dormir a transar, pára de dizer ‘eu te amo’ com frequência e se acomoda.

Se por um lado esse sentimento de segurança e estabilidade é ótimo, por outro algumas coisas desagradáveis se tornam normais na vida a dois e isso vai desgastando a relação.

A chegada dos filhos é outro momento turbulento. Nem sempre o casal está preparado para tal alteração de responsabilidade, gerando culpas e mágoas mútuas.

Todas as crises, portanto, merecem cuidado e atenção, pois são resultado de alterações comportamentais e psicológicas na interação do casal.

A crise dos 7 anos pode sinalizar o amadurecimento do casal

Quando existe o diálogo e a transparência nas relações, sempre ocorre a possibilidade de crescimento individual e conjunto. A crise dos 7 anos pode mostrar que a paixão ardente do início já declinou, mas isso não quer dizer que o amor terminou.

O amor muda ao longo dos anos. Depois de um tempo, tudo se torna mais real, o que é muito positivo para a relação, que se torna clara e honesta. Portanto, a chamada crise dos 7 anos pode ser valiosa, uma vez que significa um ponto de reflexão, um aviso para o casal estar atento e não negligenciar um ao outro.

Trata-se de uma oportunidade para melhorar os aspectos que não funcionam e fortalecer o relacionamento. Os parceiros começam a repensar nas ideias iniciais do casamento e, com isso, novos sonhos surgem e alguns planos para a relação podem mudar. Isso faz parte do amadurecimento.

Os casais não costumam se separar depois dessa crise

Assim como algumas crises podem provocar divórcios, outras podem ser revertidas para uma relação mais saudável. Não existe uma regra.

Tudo depende da maturidade, da confiança e do grau de investimento conjunto que o casal faz na solução das pequenas e grandes questões cotidianas. E, também, da forma de enfrentamento, da maturidade emocional do casal, e, fundamentalmente, do amor que um sente pelo outro.

Diante de uma crise, homens e mulheres precisam trabalhar intensamente e constantemente para reinventar a paixão e fortalecer o vínculo. A relação precisa ser fortalecida porque novas crises devem acontecer e, caso os dois estejam estremecidos, o casamento não irá sobreviver.

Quais outras crises estão por vir?

O aniversário de 10 anos de casamento também é um estágio difícil, com aumento de responsabilidades financeiras, sociais e familiares para o casal. O tempo fica cada vez mais escasso e o estresse cada vez maior.

Isso faz com que o relacionamento empobreça e cada um começa a cuidar de suas responsabilidades, tendo um afastamento do casal, inclusive sexual.

Quando se acredita que está tudo ótimo, que as fases difíceis já passaram e que o casamento segue maduro e estável, vem a crise da meia-idade.

E, depois, surge a síndrome do ninho vazio, quando os filhos crescem e saem de casa. A falta de propósito no casamento, o envelhecimento do corpo, o declínio da saúde física e emocional produzem novas crises não existir uma fórmula mágica de superação e que o casamento deve ser cuidado sempre.

A crise dos 7 anos não significa o fim

Pode ser que a paixão ardente do início do relacionamento esteja em declínio, mas isso não quer dizer que o amor terminou. O amor muda ao longo dos anos, tem diferentes fases e formas, depois de um tempo, tudo se torna mais real, o que é muito positivo para a relação, que se torna clara e honesta.

Portanto, a chamada crise dos 7 anos pode ser valiosa, uma vez que significa um ponto de inflexão, um aviso para você estar atenta e não negligenciar o seu parceiro e, em última análise, uma oportunidade para melhorar os aspectos que não funcionam e fortalecer o seu relacionamento.

Crise dos 14 e dos 21

A crise dos 14 geralmente coincide com a adolescência dos filhos, uma fase muito crítica. É o momento que vão se deparar com namoros e com a vida sexual dos filhos.

É uma fase de questionamento da própria vida sexual, isso mexe diretamente com a dinâmica do casal.

Já as crises que chegam próximas aos 21 anos de casamento, diferente das outras, também tem um aspecto físico envolvido: as questões hormonais masculinas e femininas, que mudam muito com o passar dos anos.

Crises são inevitáveis, porém você não precisa ficar parada esperando a tormenta passar.

Dicas para salvar sua relação da crise dos 7 anos

1. Expressem seus sentimentos

Não se trata de reprovar como se ele fosse o vilão da história, mas sim de dizer o quanto vocês se querem. Um “eu te amo” sincero e no momento certo pode curar qualquer ferida.

2. Olhe para seus erros

Acontece que quando estamos no meio da crise, nos concentramos apenas nas falhas do nosso parceiro. Agora, comece a ver dentro de si mesma e aceite os seus erros. Depois, encontre maneiras de mudar suas atitudes.

3. Peça perdão

É o mais difícil, mas, uma vez que você reconheceu seus erros, deve agora dar o próximo passo. Pedir perdão liberta e dá oportunidade de curar feridas que, se ficarem abertas, serão um obstáculo para o relacionamento.

4- Seja feliz, não importa o que ele faz

Você está baseando sua felicidade nos outros? Pode ser que você esteja mergulhada em problemas, que não vê quão fabuloso é o mundo, em todos os sentidos.

Relaxe e escreva uma lista de coisas que você gosta de fazer. Concentre-se nela e solte o seu parceiro. Encontre a felicidade em si mesma, você vai notar a mudança.

5. Esqueça as expectativas

Pare de esperar que o seu parceiro aja de determinada maneira. Quando temos uma ideia de como queremos que as coisas sejam e elas não acontecem como esperado ficamos frustradas e até mesmo ferimos os outros com censuras. Todos vivem situações de modos diferentes, não se esqueça.

6. Abraços e beijos por todo o caminho

Quando ficamos com raiva ou triste, nos afastamos fisicamente. É um mecanismo de defesa natural. No entanto, verifica-se que uma das melhores terapias para corrigir problemas é através do contato físico. Aproveite!

7. Foque nas coisas boas

Crises podem se tornar um círculo vicioso em que só vemos o aspecto negativo. Deixe de lado os julgamentos e mantenha o foco no que no que você sempre gostou no seu parceiro (as razões pelas quais você se apaixonou). Às vezes, há aspectos mais surpreendentes que os defeitos. Você vai ficar feliz em achar isso.

8. Quebre a rotina

Quando o casal fica um bom tempo juntos, repetem atividades e acabam se entediando e caindo na rotina. Saiam e acabem com isso. Pode ser um passeio curto ou um fim de semana romântico. Torne-o divertido e veja a diferença.

9. Lembrem-se de seus melhores momentos

Lembre-se de histórias engraçadas que vocês passaram juntos. Veja fotos ou ouça músicas que compartilharam. Isso fará com que voltem a sentir emoções adormecidas.

10. Conversem

Uma das reações comuns que temos ao nos sentirmos vulneráveis é permanecer em silêncio. Sente e converse (com uma bandeira branca da paz) e diga o que pensa. Sem reprovações ou julgamentos, apenas dê a ele a oportunidade de ver as coisas de forma diferente.

O casal começa a ficar junto por um motivo e essa razão não pode se perder em meio ao tempo. Manter o casamento é diferente de estar feliz no casamento.

Estar feliz no casamento não tem idade nem fase, pois os motivos que o levaram a acontecer devem ficar vivos e ativados durante a vida juntos.

Somente dessa forma todas as crises serão superadas e o par será realmente um casal feliz.

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