Cérebro x Emagrecimento

O cérebro pode boicotar o processo de emagrecimento. Você sabia?!

Oi, aqui é a Lorena! E preparei esse artigo para informar que não é só força de vontade, exercícios físicos e dietas que contam para a perda de peso, o emagrecimento está associado à atividade cerebral.

O que pesa mais na conta do emagrecimento? Por que alguns perdem peso rápido e outros demoram mais?

E você sabia que o comando de tudo está no cérebro? Isso acontece porque ele leva um tempo para entender que o corpo está emagrecendo!

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Quando um indivíduo reduz a sua ingestão de calorias, a atividade neural dele também se modifica. O cérebro reage de tal forma que nos tornamos mais famintos.

Com isso, acreditamos que principalmente a área do autocontrole, tem a capacidade de levar em conta informações de longo prazo, como o desejo de ser saudável, a fim de controlar os desejos imediatos.

Precisamos entender se essa atividade neural vista com a redução da ingestão de alimentos está relacionada com a obesidade também.

Além disso, sabemos que o peso corporal é relacionado à hereditariedade.

Com isso, uma pergunta surge: os genes que causam obesidade agem no cérebro?

Segredo do emagrecimento pode estar na reprogramação da menteNovos métodos buscam entender os fatores que influenciam a relação com a comida, traçando um plano de emagrecimento mais consistente e profundo.

Quando comemos um alimento, nossas papilas gustativas identificam o sabor e enviam a informação de que estamos comendo para regiões específicas do nosso cérebro.

A partir disso, conseguimos identificar o gosto da comida.

O que acontece é que os alimentos que ingerimos têm o potencial de nos proporcionar sensações.

Existem alimentos que levam a ativação do sistema límbico no cérebro, mesma região responsável pelas emoções e recompensas.

Por exemplo, ao comermos doces há uma diminuição momentânea da ansiedade.

O emocional e o sobrepeso também estão ligados pela liberação acima do normal de determinadas substâncias no corpo, como o cortisol.

Este, se estiver desregulado, atua diretamente na diminuição da queima de gordura com o objetivo de proteger o organismo e deixar o corpo preparado para enfrentar qualquer instabilidade, como o estresse, a ansiedade ou situações que não saibamos como lidar.

O que desencadeia os excessos e a ingestão de alimentos calóricos?

Quando nosso organismo se coloca em estado de alerta por alguma razão, seja ansiedade, tristeza ou estresse, todo carboidrato é transformado em insulina imediatamente, enviando estímulos ao hipotálamo, área que conecta o sistema endócrino ao sistema nervoso, regulando sono, fome e sede, além de emocional e estresse.

Com o açúcar liberado rapidamente no organismo, as emoções ganham mais estabilidade, trazendo prazer e bem-estar, a compensação na comida surge pela internalização do problema e pela busca do prazer imediato.

Mudar a alimentação não basta, é preciso transformar a forma de pensar

Não é à toa que dizem que a parte mais difícil do processo de emagrecimento não é a perda de peso, e sim, a manutenção da nova silhueta.

Isso porque muitas pessoas não conseguem condicionar e adaptar a forma de pensar para o novo estilo de vida.

A mudança como pensamos a alimentação e os alimentos é um caminho possível, se não necessário, para desenvolver hábitos alimentares mais saudáveis.

Outros fatores que influenciam no emagrecimento

Genética – A genética é um fator crucial. Cada um tem a sua, por isso, as pessoas não fazem as mesmas dietas, não tomam os mesmos medicamentos e não praticam exatamente os mesmos exercícios.

Cada indivíduo é de um jeito e cada organismo responde de uma forma. Os hormônios da fome (grelina) e da saciedade (leptina), por exemplo, podem funcionar de forma diferente em cada pessoa.

A genética deve ser respeitada, mas não é uma sentença: família obesa, filhos obesos. Há como reverter esse processo.

Idade – Após os 25 anos, nosso corpo começa a envelhecer. Depois dos 30 é quando a população sente mais diferença. Perder dois quilos pode ser fácil aos 20 e um sacrifício aos 30.

Isso ocorre porque o metabolismo vai desacelerando e se continuarmos com o mesmo ritmo de alimentação e exercícios, a tendência é engordar. Quanto mais jovem, mais fácil perder peso.

Peso/Composição corporal – Quem tem mais peso, perde mais também. Além disso, se na composição corporal tem mais músculo que gordura, a perda de peso fica mais fácil porque é o músculo que consome mais energia.

Antes de começar – A forma que a pessoa levava a vida antes de iniciar o processo de emagrecimento é importante.

Se era daquelas que nunca fez dieta, sempre comeu tudo e mais um pouco e fugia da academia, a mudança brusca de comportamento vai dar um susto no organismo e os quilos vão embora mais rapidamente, principalmente no início.

Hormônios – Doenças hormonais, como da tireoide, deixam o processo de emagrecimento mais difícil. Outro exemplo é a deficiência de testosterona nos homens, que terão dificuldade para produzir músculos, o que também dificulta perder gordura.

É importante fazer exames laboratoriais para checar a saúde hormonal antes de iniciar um processo de emagrecimento.

Empenho e motivação – A motivação individual faz a diferença. É o empenho que ajuda a não sair da dieta ou se esforçar mais no treino.

Há pessoas que vão treinar no nível de conforto, outras vão além disso.

Há pessoas que se mantém na dieta e outras que saem vez ou outra. Ambas emagrecem, mas quem se mantém na linha vai perder mais peso.

É importante saber que estacionar o peso e até recuperar um pouco faz parte, mas não pode achar que está tudo perdido.

Nesses casos, uma revisão de comportamento e novas estratégias podem ser implementadas.

Equilíbrio emocional – Estar com a vida emocional equilibrada é essencial. A comida é fuga e prazer para a maioria dos obesos.

Distúrbios de ansiedade, compulsão, problemas de autoestima são comuns, a comida vira amiga.

E essa procura nunca é por algo saudável, são alimentos gordurosos, calóricos e cheios de açúcar. Terapia também faz parte do tratamento da obesidade.

Dicas para continuar perdendo ou manter o peso após um projeto

  • Continue com o exercício físico, mesmo que não seja tão intenso;
  • Prefira sempre a comida de verdade;
  • Não encare o alimento não-saudável como vilão, é importante saber que pode comer de vez em quando e aprender a lei da compensação.

Quando as razões que fizeram você ter uma relação ruim com a comida ficam claras, fica mais simples de traçar um plano de mudança consistente. Mudando padrões criados e fixados em nossa cabeça.

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