Calvície Feminina: O Que Fazer?

Principais sinais da calvície feminina

Oi, aqui é a Lorena! E preparei esse artigo porque apesar da calvície acometer mais homens, o sexo feminino também pode sofrer com o problema, gerando ainda mais constrangimento estético e complicações na autoestima e saúde mental.

Velha conhecida dos homens, a calvície também ameaça a vaidade feminina. Já ouviu falar em alopecia?

Mais Lidas da Semana:

  1. Anticoncepcional é Seguro?
  2. Chocolate PARA TPM: É Verdade ou Mentira?
  3. Sintomas da Menopausa: como tratar!

Alopecia é a redução parcial ou total de pelos ou cabelos em uma determinada área de pele. Há também afinamento e rarefação dos cabelos do topo da cabeça e aumento de oleosidade no couro cabeludo.

As principais são as alopecias androgenética, eflúvio e areata.

O termo que parece um palavrão representa um dos piores pesadelos estéticos do ser humano: a queda de cabelo.

Por mais que esse seja um tema mais comum no universo masculino, ele também está na agenda de debates das mulheres.

Afinal, a alopecia pode se tornar um obstáculo entre você e o cabelão que você tanto deseja.

O couro cabeludo fica mais visível, com uma transparência que começa a incomodar que algumas mulheres começam a usar penteados para disfarçar.

Todos os dias, perdemos dezenas de fios de cabelo de maneira natural, e isso não tem mal algum!

O grande problema é que algumas condições podem intensificar a queda dos fios, levando à temida calvície feminina.

Embora o assunto ainda seja um tanto quanto constrangedor, já é possível contar com procedimentos capazes de reduzir a calvície feminina, somando pontos para devolver a qualidade de vida da mulher.

O primeiro passo para tratar o problema é distinguir queda excessiva de calvície. A queda comum se evidencia com a perda de mais de 120 fios por dia.

Isto pode ser perceptível quando a pessoa encontra mais de seis fios no travesseiro ou começa a ver fios sobre o computador ou na comida, por exemplo.

Já a calvície é progressiva, começa normalmente na adolescência ou no começo da fase adulta por volta dos 20 anos e se manifesta com uma rarefação no topo da cabeça, sem fios visíveis caindo.

A etapa seguinte é obter um diagnóstico correto, que só pode ser feito por um especialista e mediante uma série de exames de sangue e, em alguns casos, com biópsia do couro cabeludo.

Um exame clínico não é suficiente para se chegar a um diagnóstico correto.

O que é?

1 – Alopecia Androgenética – é conhecida como calvície feminina. Geralmente, há um histórico familiar, se você é de uma família de cabeludos, isso é mais difícil de acontecer, pode ser silenciosa demorando meses ou até anos para ser notada.

Tratamento: quanto antes buscarmos, melhor o prognóstico. Nos casos iniciais a reversão pode ser completa, porém em casos tardios isso não ocorre e os tratamentos buscam apenas evitar a piora.

2 – Eflúvio – É uma das mais comuns entre mulheres. Ocorre por uma quebra no ciclo de vida capilar. Podemos notar principalmente pelo aumento do “bolo” de fios que cai no chuveiro ou que fica na escova.

Tratamento: A boa notícia é que o eflúvio tem uma duração média de dois a quatro meses. Se não houver nenhuma outra doença junto, ele melhora de um dia para o outro.

3 – Alopecia Areata – Sabe aqueles tufos de cabelo que caem? É a areata, cujo sintoma é a perda brusca de cabelos em áreas arredondadas, deixando a pele lisa.

Se você tocar nos fios ao redor, dá perceber que eles caem facilmente se puxados. Há casos de 100% da queda dos fios, porém são mais raros e ocorrem somente em 5% das pessoas.

Tratamentos: O objetivo é controlar e reduzir as falhas, evitando o aparecimento de novas casos.

Há diversos tipos, como medicamentos tópicos como minoxidil, corticoides (inclusive injetável) e antralina, que podem ser associados a tratamentos mais agressivos como sensibilizantes (difenciprona) ou metotrexate.

É preciso que o tratamento siga até que a doença desapareça.

Quais são as causas da calvície?

O que causa o problema pode ter diversas origens. Fatores como genética, alterações hormonais, inflamações no couro cabeludo e dietas com baixa proteína têm relação direta com a calvície.

O segredo para um tratamento de sucesso é não perder tempo. Existem métodos de cura eficazes e, quanto antes forem feitos, maior a possibilidade de êxito.

A maioria das mulheres responde bem a tratamentos orais, um bom médico pode resolver 90% dos casos, sem transplante.

Seja qual for o tratamento, os resultados começam a aparecer a partir de um mês depois.

Problemas hormonais

Após a menopausa, a alteração nos níveis de hormônios femininos pode gerar desequilíbrios que interferem na qualidade de vida e também na queda dos fios de cabelo.

Além da menopausa, complicações na tireoide ou síndrome de ovário policístico (SOP) costumam mostrar os mesmos sintomas, requerendo um acompanhamento especializado com médico endocrinologista.

Hábitos diários não saudáveis

Sabia que os nossos hábitos podem interferir de maneira negativa sobre a saúde dos fios?

Dentre os que mais interferem sobre tal aspecto, encontramos a nutrição desequilibrada e o tabagismo.

Assim, ter uma vida saudável e rica em bons hábitos age em todas as esferas, incluindo as madeixas.

Ficar com o cabelo preso a maioria do tempo também não é uma boa ação, levando ao enfraquecimento dos fios e sua consequente queda.

O mesmo ocorre quando dorme com os cabelos molhados: a raiz enfraquece e acaba sofrendo com o passar do tempo.

Ainda, viver a vida estressado é outro fator que compromete seriamente a saúde dos fios, sendo altamente prejudicial, tanto à nível físico quanto também mental.

Além de tais hábitos, os seguintes fatores podem se relacionar com a calvície feminina:

  • Anemia ferropriva – um tipo de anemia caracterizado pela diminuição do teor de hemoglobina nos glóbulos vermelhos do sangue;
  • Alguns tipos de doenças autoimunes;
  • E a interação com medicamentos específicos.

Predisposição biológica

Além de todos os fatores fisiológicos, emocionais e de hábitos de vida que podem estar relacionados com a calvície feminina, ainda encontramos a influência dos genes.

A predisposição genética para a calvície costuma passar de pais para filhos. Nesses casos, é possível notar a condição em outros parentes.

Procedimentos para tratar a calvície feminina

Como a condição atrapalha ainda mais a estética e a auto estima quando afeta mulheres, é importante contar com estratégias e procedimentos para se livrar da calvície. 

Assim, minimizando os aspectos negativos gerados pela queda de cabelo excessiva.

Transplante capilar do tipo FUE

Essa técnica de transplante capilar é uma das mais atuais e promotora de resultados positivos.

Graças a ela, é possível contar com resultados mais naturais e bastante satisfatórios!

O transplante capilar do tipo FUE garante que unidades foliculares do cabelo sejam retiradas, implantando os folículos nas áreas que mais sofreram com a queda de cabelo.

Além de trazer resultados altamente satisfatórios, melhorando a estética do paciente, o transplante capilar é muito benéfico para a auto estima de quem sofre com o problema, sobretudo em mulheres.

Para somar ainda mais pontos benéficos, a recuperação do transplante é muito mais rápida, deixando um resultado seguro e natural para o paciente.

Tratamento com medicamentos alopáticos

Médicos especialistas podem recomendar medicamentos específicos para o tratamento da calvície feminina.

Apesar de algumas fórmulas serem ótimas para vencer a calvície, nem todos os pacientes sentem diferença com o tratamento.

Por isso, um transplante capilar ainda é mais indicado para alguns casos.

De qualquer maneira, o uso do medicamento só pode ser feito com acompanhamento médico, evitando qualquer tipo de risco ou comprometimento para a saúde.

Além de medicamentos de uso oral, também, recomendadas para o problema.

A efetividade do tratamento só pode ser verificada após algumas tentativas, analisando se a medicação faz efeito ou não em cada paciente.

Quando a queda de cabelo passa a ser um problema?

Como a queda de cabelo é um processo normal, às vezes fica difícil saber quando ela se torna excessiva e pode ser um problema.

Por isso, aqui estão algumas dicas para você ficar de olho e saber quando procurar um médico:

  • Todos os dias, ao acordar, perceba se existem muitos fios caídos em seu travesseiro;
  • A queda excessiva costuma acontecer também de noite e esse pode ser um sinal importante a ser notado;
  • Fique atenta se muitos fios caem enquanto você penteia o cabelo. Além disso, o ideal é sempre fazer essa ação com calma e de maneira devagar, evitando danos;
  • Caso note que seu cabelo está mais ralo do que de costume ou que ele apresenta falhas, não deixe de procurar um médico.

Prestar bastante atenção aos sinais do próprio corpo é o primeiro passo para vencer a calvície.

Caso note qualquer um desses sintomas ou sinta que algo não está indo bem, busque orientação médica!

Quando a queda excessiva de cabelos se torna um problema, contar com procedimentos para resolvê-la é crucial.

Na mulher, a calvície pode ser ainda mais preocupante, comprometendo seriamente a autoestima e até mesmo o nível de interação social.

Mas graças aos avanços modernos, já existem medicamentos e transplantes capilares para minimizar as consequências negativas desse problema.

Se você sofre com calvície, não deixe de procurar um médico especializado para auxiliar no tratamento, jamais tomando decisões sem ter uma opinião qualificada, prezando sempre pela saúde do organismo!

CONTINUE LENDO SOBRE SAÚDE FEMININA:

Recomendado Para Você:

O que você achou? Deixe seu comentário aqui!
Por gentileza, se deseja alterar o arquivo do rodapé,
entre em contato com o suporte.